03/11/2010

PAYSANDU: Folclórico, presidente quis calçar a chuteira

Um assunto interno que deixa Luiz Omar Pinheiro de cabeça em pé são as críticas por conta do excesso de contratações que movimentaram o Paysandu entre 2009 e agosto de 2010. Segundo o ex-diretor Mauricio Maciel foram 116 atletas.

Pinheiro reitera que pretende limitar o grupo para a próxima temporada, mas defende o motivo para tantas contratações no período. “A ideia básica é trabalhar com 28 jogadores, mas o Mauricio Maciel foi infeliz em comentar isso, porque não se forma plantel sem contratar jogadores. Não é uma lógica. Mas vamos trabalhar com 28 jogadores” planeja.

Para ajudá-lo na difícil missão de montar um grupo fixo e equilibrado para 2011, o cartola arquiteta sua nova diretoria e um homem forte para gerenciar o futebol do clube. “Antes da eleição (22 de novembro) todos vão tomar conhecimento da nova diretoria do Paysandu. Teremos novidades, mudanças. A gente precisa de um gerente aqui, um cara que ajude no dia a dia, a parte administrativa, tipo um Sérgio Papelin (gerente de futebol do Fortaleza), isso está nos planos”, admite.

Na sequência da conversa, o dirigente solta uma de suas tiradas tradicionais. “No dia do jogo eles (os jogadores) estavam tudo com a mão na cintura. Eu devia era ter entrado pra jogar, junto com o Isomar (Souza), o (Antonio) ‘Louro’, com a garra que a gente tem, não perderíamos aquela partida”, lamenta.

EM 2009

Impaciente com chances desperdiçadas por Zé Carlos na partida contra o algoz Icasa (CE), na Série C, Luiz Omar Pinheiro declarou que fazia os gols. E agora voltou com um argumento semelhante. Parece que atuar com a camisa do bicola é um sonho do dirigente...

(Diário do Pará)

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