Chiquinho por mais 10 anos no Vilankulo
05/12/2011
O VILANKULO FC assegurou a permanência no comando técnico da sua equipa principal de futebol do jovem treinador Chiquinho Conde, por um período de dez anos, sendo últimos cinco de opção. O entendimento foi alcançado no último sábado depois um longo período de negociação.
Dados em nosso poder indicam que o emblema da chamada capital turística colocou a Chiquinho, como prémio de assinatura, uma vivenda com dois pisos na zona nobre daquela vila em franco desenvolvimento, além de outros benefícios.
O patrono do VFC, Yassin Amuge, explicou que o que motivou a “prisão” do treinador em Vilankulo foi por ter demonstrado ser único treinador moçambicano que se enquadra na filosofia e projectos do clube nos próximos tempos.
“Chiquinho é treinador capacitado. Ganhou tudo no Ferroviário do Maputo. Transporta fogo nos olhos. É frontal. Não teme desafios e enquadra-se na imagem e projectos do clube”, explicou Yassin Amuge a-propósito das principais razões da assinatura daquilo que se pode considerar um contrato inédito de um treinador de futebol na história do chamado desporto das multidões no país.
O dono do representante da província de Inhambane no Moçambola acrescentou que Chiquinho é acima de tudo um treinador humilde, uma característica que rima com a maneira de estar deste clube recém-criado em Inhambane, a primeira no país a ser privatizado.
“Ele, Chiquinho, não tem obrigação de apresentar títulos nos próximos dois anos, todavia, foi responsabilizado para montar uma equipa competitiva que dignifique Vilankulo e a província de Inhambane. Não vão faltar condições. Chiquinho tem liberdade no clube para colocar todos atletas que lhe possam garantir um bom desempenho. É da sua responsabilidade preparar a equipa em todos capítulos técnicos para atacar o título em 2014, tal como é o nosso sonho”, sublinhou Yassin.
Entretanto, Chiquinho Conde disse, a-propósito, que a confiança, a ambição da direcção do clube, a recepção que teve na sua chegada ao clube pela população de Vilankulo e de toda província de Inhambane e, em especial da família Amuge, jogou muito para que aceitasse este “casamento”.
“Sou jovem, quero impor-me nesta minha nova função no futebol moçambicano. Quero compensar o carinho que sinto nesta vila, a confiança que sinto da direcção deste clube em especial do próprio dono, os projectos do clube o ambiente de trabalho, a seriedade entre outros factores”, disse Chiquinho Conde.
Num outro desenvolvimento, o antigo treinador do Ferroviário e Desportivo, ambos de Maputo, e do Maxaquene, seu clube de coração, disse que estes clubes fazem parte da galeria dos maiores emblemas nacionais. Reconhece todo apoio que encontrou para trabalhar, mas em Vilankulo, segundo disse, encontrou algo que mexe com tudo quanto ambiciona atingir na sua carreira.
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