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MOÇAMBOLA 2012: Têxtil, 0 –HCB, 0 - Crise generalizada?

27/03/2012


TUDO parece caminhar para uma crise generalizada de falta de golos e no jogo entre o Têxtil do Púnguè e HCB, a regra não fugiu. Oportunidades de golos foram tantas mas, infelizmente, ninguém ou nenhum dos atacantes se ousou em concretizá-las.



Havia, inicialmente, muita ansiedade por parte dos amantes do desporto-rei sofalenses em ver até que ponto o seu representante, voltado ao convívio dos ‘’mais velhos’’ passadas quatro épocas, iria enfrentar um dos clubes que, a pouco e pouco, vai ganhando espaço no panorama futebolístico nacional, o HCB, este que na jornada inaugural bateu (e com classe e categoria) o Costa do Sol, um dos assíduos concorrentes aos lugares de pódio.

Saíram os ‘’fabris’’ mas foram os visitantes que logo demonstraram que não tinham ido à cidade costeira da Beira apanhar ar fresco nem para saborear camarão, mas sim para jogarem de forma desinibida e com o intuito de vencer a partida.

Só cinco minutos mais tarde é que os locais conseguiram equilibrar os acontecimentos em campo mas sem fulgor nem chama de clamor entanto que donos de casa, pecando, tal como o seu adversário, na leitura de esquema de jogo e finalização.

Nessa altura, Narci, recém-contratado, fez uma incursão pela esquerda e o seu cruzamento encontrou uma defesa bastante apertada do guardião Chico para canto que, no entanto, não foi bem aproveitado.

Aos 22 minutos aconteceu o golo de classe por intermédio de Michael. Livre indirecto, na opinião do juiz Mateus Infante, só que o jogador local não entendeu a sinalização e rematou directo para as redes de Chico sem hipótese de defesa para este. Houve gritos de golo e festa, mas o árbitro disse que não valeu pois ninguém tocou na bola antes de entrar a não ser o próprio jogador que chutou.

Acabou ai a gritaria. Se de um lado havia preocupação de chegar ao ataque com precisão, do outro, havia sim, isso sim, uma preocupação acrescida porque, apesar de jogar em casa com toda a pressão dos adeptos, a vitória era a única coisa que lhes interessava para conseguir, desde já (e aos poucos) amealhar os pontos para garantir a manutenção que é um dos fortes objectivos.

O segundo tempo não teve nada de novo. As duas equipas continuaram a ter uma mão cheia de oportunidades de golos mas os atacantes nada faziam crer que o dia era deles. Hilário Manjate e Victor Urbano até tentaram refrescar as suas equipas com jogadores do ‘’banco’’ mas, mesmo assim, tudo continuou na mesma, ou seja, crise quase generalizada de engodo pela baliza.

E para ‘’colorir’’ a festa dos falhanços, ainda na etapa inicial a fiscal de linha da bancada central sol, Arminda Augusto, teve que pedir socorro porque se sentiu mal. Foi prontamente assistida por uma equipa de massagistas e passou o susto a ponto de continuar mas desta feita como quarto árbitro em substituição de José Mandava, que foi ocupar o seu lugar. Fantástico!

Mateus Infante não teve problemas para uma partida bastante pobre em termos de jogo jogado e foi bem auxiliado.

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Mateus Infante, auxiliado por Célio Mugabe e Arminda Augusto. José Mandava foi o quarto juiz.

TÊXTIL: Daudo, Nando, Maninho, Mano, Obel, Nuro, Luís (Mendes), Issama, Narci (Santos), Michael e Brean Deane (Betinho).

HCB: Chico, Gervásio, Rogério, Mucuapel, Júlio (Henry), Elídio, Fabrício, Dangalirai, Charles (Gerald), André e Mário (Marufo).

DISCIPLINA: Amarelo para Mucuapel por jogo perigoso.

ANTÓNIO JANEIRO


Fonte:Jornal Noticias
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