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ULTIMA ESPERANÇA - Para Clube do Remo conseguir Vaga Na Série D!

14/05/2012


LEIAM TODO O TEXTO, POR FAVOR! VAMOS DIVULGAR ESTA IDÉIA, E FAZE-LA CHEGAR A DIRETORIA, QUEM SABE DÁ CERTO!

ULTIMA ESPERANÇA - Após o vexame, e pra completar a vergonha um diretor do clube falando em público em “acordo de cavalheiros”, só sobra para o Remo, no caso a diretoria, em desespero mesmo, propor ao time de Roraima, que conseguir a vaga na seletiva deles, uma boa quantia em dinheiro, algo que eles não conseguiriam com as fontes de recursos deles, eu penso em algo em torno de R$ 400 a 500 mil, para serem pagos em 3 vezes, e ainda fechar contrato com três a cinco jogadores deles para reforçar o Remo para a série D.

Eles não tem condições de somar esses valores com a renda de jogos e patrocinadores na realidade de lá, e mesmo a CBF pagando os custos mais importantes ainda sobra muitas despesas para eles arcarem, além disso a chance deles classificarem para segunda fase é remota.

Caso a diretoria faça uma proposta dessa a torcida compra a ideia, eu tenho certeza, fazemos campanha para conseguir o dinheiro, depósito em conta em nome do clube, venda de ingressos para treinos e ingresso a R$ 20,00 para o primeiro jogo, com campanha para colocarmos 40 mil pagantes.



Por Tarsio M. B. Martin

História da Tuna Luso Brasileira - Fundada por imigrantes Portugueses

05/11/2011

A TUNA E SEUS PRIMÓRDIOS
Ninguém pode negar a influência do povo português em nossa civilização, nos nossos hábitos e nossos costumes. Nossas glórias são frutos indeléveis da magia de nossos antepassados tão bem representados pelo povo do além mar, os bravos desbravadores dos quais devemos nos orgulhar pela sua pujança, legando-nos como herança não apenas os espaços físicos, mas tudo aquilo que em nossos dias nos faz glorificados, numa verdadeira simbiose de virtudes que entrelaçam duas pátrias,irmanadas no mesmo sentido de paz, amor e interesses comuns. Desde a fundação de Belém por Francisco Caldeira Castelo Branco, em 1616, até nossos dias, várias organizações com finalidade de reunir os intrépidos portugueses foram fundadas, sempre lembrando a pátria querida deixada no outro lado do Atlântico, até que, em 1920, o cônsul de Portugal Fran Paxeco,sediado no Estado do Maranhão, aportou em Belém, procedendo a instalação da” Junta Federativa das Associações Portuguesas do Pará”, substituída posteriormente em 1945 , pelo``Conselho da Colônia Portuguesa do Pará”,presidida inicialmente por José Dias da Costa Paz. Em 1961,em função de nova organização associativa, denominou-se‘Conselho da Comunidade Portuguesa”, hoje ‘Conselho da Comunidade Luso Brasileira” com sede no Grêmio Literário e Recreativo Português,na rua Manoel Barata n° 483. Atualmente, estão filiadas ao Conselho da Comunidade Luso Brasileira a Benemérita Sociedade Portuguesa Beneficiente do Pará fundada em 1845; Grêmio Literário e Recreativo Português, fundado em 1867; Associação ``Vasco da Gama”, fundado em 1898,Tuna Luso Brasileira, fundada em 1903; Centro Loriguense, fundado em 1937; Grêmio Penelense do Pará e Centro Beneficiente Laboriense, fundado em 1977. Como podemos observar, é a Tuna Luso Brasileira, a quarta associação congregadora dos representantes dos portugueses radicados em Belém. A Tuna Luso Brasileira foi fundada oficialmente em 1º de Janeiro de 1903, muito embora as ideias associativas surgissem no dia 13 de novembro de 1902, por ocasião da passagem do cruzador português ‘ ‘D. Carlos’’ o qual aportara para uma visita cordial . Acontece, que o comércio de Belém era quase exclusivamente dominado pelos portugueses através dos armazéns, tabernas, mercearias ou quitandas, cujos empregados ou ‘ ‘caxeiros’’, saudosos da pátria querida, visitaram o vaso de guerra e resolveram, depois de participarem da orquestra de bordo da belonave, fundar uma associação, sendo a mesma denominada ‘ ‘Tuna Luso Caixeral’’ (Tuna agrupamento de jovens alegres, conjunto popular ou ainda orquestra popular ); Luso por serem todos portugueses e finalmente Caixeral em virtude das funções que exerciam no comércio como caxeiros. Segundo o GB da Tuna, Manoel Oliveira ,a primeira diretoria tinha como presidente Manuel Nunes da Silva, secretário Manoel Augusto Correia e Antonio Lobo, funcionando como sede inicial os altos do prédio assobrado que existia na rua Manoel Barata (então rua nova de Santana) esquina da travessa Campos Sales, ainda segundo ele, onde hoje está a firma ‘ ‘Y.Yamada’’. Em 1926, talvez por terem os antigos ‘ ‘caixeiros’’ se tornado comerciante, a Tuna passou a ser denominada de Tuna Luso Comercial e, posteriormente, em 1968, adquiriu a denominação TUNA LUSO BRASILEIRA . A TUNA E SUAS FINALIDADES Como podemos observar, inicialmente a Tuna tinha por finalidade precípua congregar os jovens portugueses preamar, distantes da pátria querida, desejosos de recordar suas tradições através da cultura, tendo como base a música, mas também as artes, visto que, no final do ano de sua instalação, foi criada a escola de danças a qual, segundo ainda Manoel Oliveira reunia os melhores dançarinos da terra, podendo-se mencionar Antônio Furtado Mouta , Damião Lopes e Gregório Pereira de Moraes e já na década de 30 Eduardo Salazar e Manoel Benedito Aberturas de Navas Pereira, todos falecidos’’. É sempre bom citar que , já em 1906, a Tuna entrou fundo na parte esportiva, fundando seu Departamento Náutico, iniciando-se a grande trajetória daquela em 1920 passou a ser a ‘‘Rainha do Mar’’ pelos grandes feitos na baia do Guajará, continuando até nossos dias a manter a hegemonia desta modalidade esportiva, com perto de 50 títulos estaduais. Depois de mencionarmos a modalidade esportiva inicial da Tuna, é bom lembrar que a mesma possui, atualmente, o voleibol em diferentes categorias, sendo imbatível na fase adulto, chegando a ponto de desmembrar seu plantel com outros clubes, a fim de motivar para disputar um campeonato. A natação é outra modalidade da qual nós nos orgulhamos, pois chegamos a manter uma hegemonia de 14 anos de campeonatos seguidos e hoje ainda somos uma potencia neste esporte, onde conquistamos grandes recordes estaduais, nacionais e até mesmo internacionais. Vera Barbosa e Renée Carrapatoso são eternas representantes da natação cruzmaltina. Outras modalidades das quais nos orgulhamos são o futebol de salão, o vôleibol de areia, o tênis de quadra, etc.. NOSSO FUTEBOL Podemos afirmar que, a Tuna é acima de tudo um clube social e não apenas um time de futebol. Esta modalidade esportiva surgiu em 1915 na categoria amadorista até 1935 quando profissionalizou-se até nossos dias, sendo antes admitindo o futebol marrom ou seja, vencimento não oficializados aos amadores. Em 07 de Julho de 1935 foi inaugurado o Estádio do Souza, hoje ‘‘Francisco Vasques’’ em homenagem ao grande baluarte da construção de nossa atual sede sócio-campestre, obrigando nossos profissionalismo ser consolidado. Hoje temos 10 (Dez) campeonatos estaduais, sendo o primeiro em 1937 quando decidimos com o Paysandu e vencemos pelo escore de 2 x 1, tornando-nos bicampeões em 1938 indo a final contra o Nacional, vencendo por 3 x 2. Aliás, a única derrota neste ano foi justamente contra o mesmo Nacional por 1 x 0; em 1941, fomos campeões invictos vencendo a finalíssima contra o Transviário, pelo escore de 5 x 0 ; em 1948, ao vencermos o clube do Remo por 2 x 1, fomos campeões por antecipação, muito embora a final fosse Contra o Paulista com quem empatamos em 1 x 1, em 1951, a Tuna foi campeã derrotando o clube do Remo; em 1955 a Tuna foi campeã ao vencer o Paysandu Sport Club; em 1958, a disputa final foi contra o Clube do Remo derrotado por 3 x 1; em 1970, a Tuna foi campeã disputando a final contra o Paysandu que venceu de 1x 0; em 1983, o jogo final foi contra o Clube do Remo que perdeu pelo escore de 2 x 1 e finalmente em 1988,a Tuna foi vitoriosa vencendo o Paysandu na final por W x 0. Este jogo foi levado pelo Paysandu para o‘tapetão’tendo a Tuna vencido em todas as instâncias, inclusive por unanimidade nos S.T.J.S. Quanto ao âmbito nacional a Tuna venceu 2 (Dois) campeonatos, sendo o primeiro em 1985 quando derrotou o Goytacaz de Campos- RJ, pelo escore de 3 x 2, jogo realizado no “Mangueirão”. Em 1992, mais uma vez a Tuna venceu a 2º Divisão do Futebol Nacional ao derrotar o Fluminense de Feira de Santana da Bahia, pelo escore de 3 x 2, sagrando-se Bicampeã Brasileira. Internacionalmente a Tuna já participou e venceu em 1949, o torneio Internacional, por ocasião dos festejos em louvor a Rainha Guilhermina, realizado em Paramaribo, do qual participaram clubes de Paramaribo, da Holanda, da República da Guiana e da Guiana Francesa. A Tuna além de ser agraciada com a Taça de Campeã, seus jogadores e a comissão técnica receberam medalhas de ouro.Foi realmente um grande feito, orgulhando não apenas os paraenses mas também nosso Brasil. Na parte social, a Tuna sempre participou dos grandes eventos, como os extintos concursos ‘‘Rainha das Piscinas” e Miss Pará, sendo que atualmente participa da apresentação das “Mais Belas do Varão da Pará” e do “Rainhas das Rainhas do Carnaval” desde suas instalações. Internamente, sempre a borda de nossa piscina olímpica, são escolhidas as mais variadas “Miss” ou “Rainhas” em meios das jovens bonitas e elegantes que freqüentam habitualmente a Tuna aos domingos ou em outros dias festivos. Nossa boate, uma das mais bonita do Brasil, sempre escolhe eventos de mais alto nível social , bem como o prédio que denominamos de “Castelinho” pelo seu estilo, é palco de grandes “Shows” com cantores e bandas regionais e mesmo de outras plagas, brindando desse modo, não apenas os associados mas também convidados especiais. A Tuna possui, ainda, varias escolinhas esportivas, destacando-se as de Futsal, Voleibol, Natação, Tênis e a nacionalmente dedicada ao futebol de campo. Verdadeira “Academia de Formação de Atletas de Futebol ” denominada “Albino Vilhena”, que tem atualmente matriculados perto de 1.500 alunos, de onde saem jogadores para todos os clubes de Belém, para outros Estados do Brasil e para o exterior. CONSIDERAÇÕES GERAIS: Em síntese, a Tuna Luso Brasileira tem por finalidade proporcionar aos associados, reuniões e diversões de caráter social,cultural e cívico; a prática de atividades desportivas, do mais amplo possível e compatível com a sociedade; desenvolver a educação física em todas as suas modalidades, em especial ao aprimoramento da juventude. Seus associados atualmente compõe-se de portugueses e seus dependentes além de grande maioria de brasileiros, todos convivendo harmonicamente vibrando pelo progresso da instituição Luso-Brasileira. A Tuna é portanto, um clube social que visa engrandecer a vida social do Pará, de Belém e do Brasil. É atualmente constituída de brasileiros (em maioria) e portugueses. Não devemos confundir a Tuna como um time de futebol, pois o mesmo existe apenas circunstancialmente, ao contrario de outros que são, praticamente, apenas “time de futebol”. É na sede da Tuna que se encontram os maiores rivais futebolísticos do Pará, onde se confraternizam como associados da Tuna. O patrimônio da Tuna, geograficamente consiste em duas localidades, sendo a primeira onde está a Garagem Náutica em um terreno calculado em 1.049,95m² totalmente edificado e a segunda onde se encontra a sede sócio-campestre, 65.340,0 m² com 220,0 metros de frente sendo a área construída 7.273,8 m² . Fonte: G.B. Péricles Motta Oliveira Nome: PÉRICLES DA MOTTA OLIVEIRA Clube do coração: TUNA LUSO BRASILEIRA Categoria social: SÓCIO PROPRIETÁRIO (Título nº: 02298-P) Funções exercidas no clube: - DIRETOR SOCIAL, DIRETOR DE RELAÇÕES PÚBLICAS, SECRETÁRIO GERAL, (CUMULATIVAMENTE); - REPRESENTANTE DA TUNA JUNTO À COMUNIDADE LUSO-BRASILEIRA DO PARÁ POR VÁRIOS ANOS, ATÉ 2000; - ASSESOR ESPECIAL DA PRESIDÊNCIA (2002/2004) e (2005/2006); - FUNÇÃO ATUAL: 1º SECRETÁRIO DO CONSELHO DELIBERATIVO, RECONDU ZIDO EM NOVEMBRO/02, POR ACLAMAÇÃO, ATÉ 31 DE DEZEMBRO/2006. ELEITO VICE-PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO POR ACLAMAÇÃO ATÉ O ANO DE 2010. Títulos Honorários do clube: - BENEMÉRITO (indicado pela diretoria); - GRANDE BENEMÉRITO (Por aclamação em 15/04/2004. - indicado pela diretoria). Agradecimentos Gerardo Monteiro - Belém - Brasil Blog da ATAT http://atat-pa.blogspot.com/ Fundação: 01 de Janeiro de 1903 Endereço Avenida Almirante Barroso 4110 Estádio Francisco Vasques - 5000 Uniforme Camisa verde com listra branca na diagonal, calção branco e meias brancas Títulos: Campeão Brasileiro da Segunda Divisão(Taça de Prata) 1985, Campeão Brasileiro da Terceira Divisão 1992 e Campeão Paraense 1937/38/39, 1941, 1948, 1951, 1955, 1958, 1970, 1983 e 1988
Hino
Nós estamos empunhando a bandeira Comemorando a nossa vitória, Tuna, Tuna, Tuna É mais um time Que entra na história. Tuna Luso Brasileira, O teu passado é de glória Lutando na terra e no mar E conquistando sempre as vitórias. Nós estamos empunhando a bandeira Comemorando a nossa vitória Tuna, Tuna, Tuna É mais um time que Que entra na história. Verde, branco e a cruz de malta, Que mora no meu coração Tu és a águia do Souza E serás sempre em toda geração Nós estamos empunhando a bandeira Comemorando a nossa vitória Tuna, Tuna, Tuna É mais um time que entra na história.
Hoje atualmente a Tuna Luso joga a 1ª fase do campeonato paraense disputada no 2º semestre. Precisa se classificar para disputar a fase final é realizada, no ano seguinte com os grandes do futebol paraense.
Seletiva para o Parazão 2012 Penúltimo título conquistado ( 23 anos na fila)
Campeã da Série B 1985
Campeã da Série C 1992 Título da Série C 1992 Última participação em torneios nacionais (Copa do Brasil 2008)

Jogo da Seleção Brasileira em Belém Por Thiago Bessa

10/10/2011


Vou fazer algumas considerações respeito do  jogo da Seleção Brasileira em Belém com a Seleção Argentina. 

Foto Evaristo Sá-AFP
Na questão do publico presente no estádio, mais uma vez Belém deu show nas arquibancadas, é incrível que o torcedor paraense tenha enchido a arquibancada do Mangueirão com o valor absurdo cobrado para assistir um jogo amistoso, transmitido para todo Brasil inclusive para Belém. Foi lindo quando a torcida paraense cantou o hino nacional, um episodio lindo, mostrando que apesar de diversos fatos, ainda acreditamos nesse país, mas lindo ainda é ver que apesar da Globo querer editar isso, o torcedor paraense ainda tem uma cultura fortíssima, vide as torcidas de Remo e Paysandu com bandeiras e camisas, que só não eram mais que as "amarelinhas".

É muito triste ver a grande mídia tentando mostrar o fatos que não eram verdade como se a maioria da torcida que estava levando bandeiras e camisas de clubes fosse torcedora de times de outros estados, felizmente a torcida mostrou isso na arquibancada, como remista que sou achei muito emocionante a torcida gritando o nome "REMOO, REMOOO, REMOOOO...", ali percebi que embora os clubes paraenses tenham dirigentes de péssima qualidade, isso para não entrar na questão do caráter destes, as suas torcidas ainda continuam fieis a espera de resultados melhores dentro e fora de campo.

Voltando ao jogo (nem tanto assim), é um pouco constrangedor aceitar, mas nosso povo mais uma vez cai na velha politica do pão e circo, o futebol vem sendo usado como uma ferramento muito eficiente para o controle da sociedade brasileira, mas especificamente aqui no Pará vemos que nosso governo estadual sabe usar esta "ferramente" muito bem, Jatene governador do Pará pelo PSDB eleito governador, usou como artimanha de campanha o insucesso a Ex-governadora Ana Julia em trazer a Copa pra Belém, assim acabou por dar um grande golpe na candidata do PT, que também usava dessa mesma politica do Pão e Circo, porém sem a mesma eficiência do candidato tucano e sem varrer com a mesma habilidade as suas sujeiras para de baixo do tapete, Jatene então acaba por se mostrar muito habilidoso em se promover, juntamente com o jogo (tão bem utilizado para dar uma resposta para sociedade do tipo "Se fosse eu a Copa estaria em Belém"), anunciou Belém como sede da Copa América, o que deixou a opinião publica em êxtase, no entanto não contava com a CBF desmentindo o governador.

É triste ver que a população seja enganada desse jeito, devemos parar e refletir o porque de certas ações dos nossos governantes, mas ainda devemos fiscalizar não apenas os políticos que elegemos, mas todos que ali estão causando prejuízos ou benefícios a nossa vida, de acordo com suas ações enquanto políticos.

Passado algum tempo do jogo hoje fica a certeza de quem Belém não perdeu a Copa, mas sim o inverso, a Copa de 2014 perdeu Belém. Também fica a reflexão provamos que somos a melhor torcida do brasil, mas o que o jogo da seleção contribuiu para nossa cidade e para nosso estado? Não que eu seja contra jogos da seleção em Belém, na verdade sou a favor, mas me incomoda bastante a ideia de pessoas usarem isso para controlar de forma mais eficaz a sociedade paraense... devemos refletir e tentar não sofrer com efeitos pós-jogo da seleção.

Por Thiago L. Bessa M. para Visão de Um Ponto, Futebol Oficial e Futebol Nortista

Rio Branco volta a disputar a série C

02/10/2011


Depois de ter sido excluído e rebaixado do Campeonato Brasileiro da Série C pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (SJTD), o Rio Branco (AC) conseguiu voltar à competição para a disputa da segunda fase do torneio, através de um efeito suspensivo. Enquanto a indecisão agitou os bastidores da Terceirona por uma semana, os jogadores do Paysandu permaneceram com o foco voltado para o início do quadrangular.
Para alguns bicolores pouco importava se o Estrelão ou o Luverdense/MT (equipe que ainda briga para voltar ao campeonato) ficasse com a vaga, mas outros preferiam uma revanche com o time acreano. No jogo da noite deste domingo, o Papão terá uma nova chance de surpreender os donos da casa em plena Arena da Floresta, num reencontro aguardado por muita gente na Curuzu. “Acho que é até melhor a gente se enfrentar de novo. Tem um jogador deles lá que falou que só aqui em Belém eu sou o bambambã... Cada vez que ele disser isso o meu futebol vai evoluir mais, vou trabalhar mais, é uma força de vontade extra para mim”, revela o meio-campista Tiago Potiguar, referindo-se aos problemas durante o intervalo da última partida do time alviceleste contra o Rio Branco, fora de casa.

Embora confiante no acesso, o jogador acredita que esta fase vai ser muito difícil. Por isso, ele pede para que a equipe ponha os pés no chão para sair de campo com a vitória, independente do local da disputa. “Vamos resolver lá dentro, não com briga ou discussão, mas sim com o futebol que eu sei jogar. Vamos fazer um belo jogo para trazer uma vitória porque o Paysandu merece”, promete o jogador, que deve entrar só no segundo tempo.

(Diário do Pará)

Hino do Cametá sc-PA versão Reggae

21/05/2011

Cametá,nosso timaço Minha eterna paixao Nunca vou te abandonar Tudo por ti eu faço (2x) A minha terra tem orgulho de ti Teu torcedor vibra contigo até o fim Vou te apoiar toda hora Time querido Me leva a mais uma vitória É o tricolor de Cametá É a glória dos campos do Pará Nasceu no parque um vencedor Um grito de raça traz alegria e muito amor A minha terra tem orgulho de ti Teu torcedor vibra contigo até o fim Vou te apoiar toda hora Time querido M eleva a mais uma vitória É o tricolor de Cametá É a glória dos campos do Pará Nasceu no parque um vencedor Um grito de raça traz alegria e muito amor É o tricolor de Cametá É a glória dos campos do Pará Nasceu no parque um vencedor Um grito de raça traz alegria e muito amor
Carlos Santos

Outro Hino do Cametá SC "Parazão 2011" -PA

O nosso time é glorioso É de garra ,determinação Tem um escudo poderoso Abençoado por Deus Protegido por São Benedito E também por São João Tem um escudo poderoso Abençoado por Deus Protegido por São Benedito E também por São João Suas cores azul, verde, vermelho e branco São as cores do nosso brasão As cores da nossa paixão Suas cores azul,verde,vermelho e branco São as cores do nosso brasão As cores da nossa paixão Isto que é emoção Isto que é emoção Isto que é emoção Já lotou o Parque do Bacurau Uma parte do Mangueirão Isto que é emoção Já lotou o Parque do Bacurau Uma parte do Mangueirão Isto que é emoção É o caçulinha do Parazão É o caçulinha do Parazão É Cameta, é Cameta, é Cameta Sport Club Sport Club Cametá É Cametá, é Cametá, é Cametá Amapará elétrico Amapará eletrico Como você quiser falar como você quiser falar Agora é nosso Ele é daqui É da perla do Tocantins Quando entra em ação A população também Pra incentivar seu time do coração Quando entra em ação A população também É Cameta, é Cametá, é Cametá Sport Club Sport Club Cametá É Cametá, é Cametá, é Cametá Sport Club Sport Club Cametá É Cameta,é Cametá, é Cametá Agora é nosso Ele é daqui de Cametá Dos papa Amapará É Cametá, é Cametá, é Cametá Sport Club Sport Club Cametá
Carlos Santos

Hino do Cametá Sport Club - PA

Cametá, nosso timaço Minha eterna paixão Nunca vou te abandonar Tudo por ti eu faço (2x) A minha terra tem orgulho de ti Teu torcedor vibra contigo até o fim Vou te apoiar toda hora Time querido Me leva mais uma vitória É o tricolor de Cametá É a glória dos campos do Pará Nasceu no parque um vencedor Um grito de raça traz alegria e muito amor A minha terra tem orgulho de ti Teu torcedor vibra contigo até o fim Vou te apoiar toda hora Time querido Me leva mais uma vitória É o tricolor de Cametá É a glória dos campos do Pará Nasceu no parque um vencedor Um grito de raça traz alegria e muito amor É o tricolor de Cametá É a glória dos campos do Pará Nasceu no parque um vencedor Um grito de raça traz alegria e muito amor
Carlos Santos

Hino-Marcha PREITO ao São Francisco FC - PA (Áudio)

19/03/2011

Letra e música: Vicente Fonseca (Santarém-PA, 13.11.1973) I Camisa azul, Nossa paixão. Em cada jogo uma vitória, Salve o grande Clube, Sete vezes campeão! Vence sempre a garra do “Leão”. De Santarém É o maior. A cor do Tapajós O São Francisco há de honrar, Seja na glória, Seja no azar, Pois nunca faltará o ardor! II Inflama a torcida vibrante Que acena a bandeira, e eu sou Fanático porque festejo, Cantando alegremente a cada gol: São Francisco, São Francisco! És o glorioso sem par. São Francisco, São Francisco! És o glorioso sem par.
Carlos Santos

Paysandú joga bem e se classifica para a final

14/03/2011

Após a partida entre Paysandú x Independente valendo a 1ª vaga da final da Taça Cidade de Belém, definiu o Paysandú como finalista e aguardará a partida entre Remo x Cametá, no Baenão. Onde o Remo precisa de no mínimo de 3 gols de garantia.

Logo aos 30 segundos do primeiro tempo, quem dá as caras no ataque é o Independente. Mas não demora muito para o Paysandú mostrar que era o dono da casa, e aos 24 minutos, Rafael Oliveira abre o marcador, fazendo o seu 14º gol. Paysandú 1, Independente 0.

No intervalo do jogo, um grupo de amigos denominado de “Alma Celeste”, organizaram um protesto pedindo a saída do presidente, com 4 a 5 faixas mais ou menos.

Já no 2º tempo, substituição no intervalo: sai Alex Oliveira, entra Marquinhos, fazendo com que a equipe crie jogadas mais rápidas pela lateral. Uma novidade no jogo de domingo foram os chutes de fora da área, e dessa forma, o lateral-direito Sidny, faz o 2º gol do Papão da Curuzú. Já aos 12 minutos, o meia Marquinhos, marca o 3º gol. A fama da zaga bicolor não é das melhores, e neste jogo não podia ser diferente, Ari falha e aos 29 minutos, Marçal se aproveita do erro, e faz o primeiro gol do Galo Elétrico. Paysandú 3, Independente 1.

O Paysandú Sport Clube precisava apenas de um empate, sem gols, mas venceu e provou que seu ataque é eficaz. E a zaga mostrou menos fragilidade, levando apenas 1 gol, contabilizando 17 gols tomados.

Visivelmente a saída de Thiago Potiguar foi sentida pelo plantel. Porém, esqueceram de um jogador experiente e a altura de Potiguar, o Alex Oliveira. Mas o nome do jogo não foi um atacante e tampouco um meio-campista, e sim um lateral-direito, Sidny, sua atuação foi coroada com um belíssimo chute na entrada da área. Jogadas pelas laterais, pelo meio, ele fez de tudo um pouco. Sem deixar de esquecer, o paredão que ficou tanto tempo nos bancos, Alexandre Fávaro e provou o “porquê” da Fiel pedir tanto a sua entrada no time titular.

Perguntas incessantemente ficam no ar:

• É impressão minha, mas o LO está se incomodando muito com os protestos?

• Será que agora que o Sérgio Cosme se envolveu com o time?

• Foi coincidência, mas foi só o Potiguar sair e o time melhorou?

• Quem vai agarrar a última vaga da final? Teremos a Superação Azulina ou o Mapará vai cortar a juba do Leão?

Nicole Magalhães para wwwFutebolNortista.com.br e www.FutebolOficial.com

Resultados do Campeonato Paraense - Semi-finais da Taça Cidade de Belém

13/03/2011

14/03 - 20h30 - Agendado 

Remo x Cametá
 
 13/03 - 16h00 - Finalizado 

Paysandu3 x 1Independente
 
Rafael Oliveira 25' 1T   
Sidny 5' 2T   
Marquinho 12' 2T   
  Marçal 29' 2T

Hino do Independente AC do Pará

28/02/2011

Hino do Independente AC do Pará
Independente clube guerreiro E valente cheio de coragem Aonde tu jogares de noite ou de dia Contigo sempre,sempre estarei Tu es meu galo elétrico A alegria do futuro e do presente Sempre te seguirei O meu Independente Jogando em casa ou distante Na tristeza ou na alegria Sempre te seguirei com emoção e alegria Tu és grande, tu és forte Tu és raça aqui do Norte Tu és grande, tu és forte Tu és raça aqui do Norte Independente até a morte Aonde tu jogares de noite ou de dia Contigo sempre,sempre estarei É o futebol que nos contagia É limpo belo e puro Tu és a energia do presente e do futuro Tu és grande, tu es forte Tu és raça aqui do Norte Tu és grande, tu és forte Tu és raça aqui do Norte Independente até a morte Tu és grande, tu és forte Tu és raça aqui do Norte Tu és grande, tu és forte Tu és raça aqui do Norte Independente até a morte
Agradecimentos ao José Adão Costa e Marcelo Bulhoes Costa - Sistema Floresta (Tucuruí)- PA Carlos Santos

Paysandu vence Independente Tucurui por 3 a 2

31/01/2011

O Paysandu é líder do Campeonato Paraense 2011. O Papão venceu o Independente Tucuruí por 3 a 2, em partida realizada na tarde deste sábado (29), no estádio Navegantão, na ‘Terra da Energia’. Com o resultado, o bicolor conseguiu duas vitórias em dois jogos e ainda depende das outras partidas do Parazão que acontecem neste domingo (30), para saber se ainda continuará na liderança da competição.

Por pouco, o jogo entre Independente Tucuruí e Paysandu acontece de portões fechados. Faltando uma hora para o início da partida, o Corpo de Bombeiros teria notificado os dirigentes do Galo Elétrico, informando que o Navegantão ainda tinha pendências a ser resolvidas.

“O Corpo de Bombeiros só vem comunicar que o estádio estava vetado faltando uma hora para o início do jogo. É um desrespeito. A vistoria foi feita na quarta-feira (26) e porque só veio dizer isso agora? Vou devolver o dinheiro e ter um prejuízo de R$ 90 mil? Não tem como recuar o povo e mandar o jogo acontecer de portão fechado”, disse, irritado, Deley.

Contudo, o Major Charles, da Polícia Militar, liberou a partida de portões abertos, alegando que não recebeu um comunicado oficial. E com a bola rolando, logo o Independente partiu para cima do Paysandu. Arrumado em campo, o time de Sinomar Naves conseguiu chegar a área bicolor com facilidade. Tanto, que aos 11 minutos o atacante Ró fez um golaço: 1 a 0.

Atordoado, o Paysandu continuava levando pressão. Porém, em uma jogada individual do meio-campo Tiago Potiguar, o Papão chegou ao gol de empate, aos 41 minutos. Para o segundo tempo, equilíbrio. Apesar de ‘bater cabeça’ com seus zagueiros, o clube da capital do estado conseguia fazer um bom futebol com as jogadas de seus meio-campistas.

O técnico bicolor Sérgio Cosme, então, colocou em campo o atacante Mendes. E a estreia não poderia ser melhor. O jogador recebeu a bola na área e, aos 19 minutos, marcou o seu primeiro gol com a camisa alviazul: 2 a 1. O elenco do Galo Elétrico reclamou de uma possível falta de Alex Oliveira dentro da área, mas o lance seguiu. Sem perder tempo, Sandro Goiano fez 3 a 1. No final do jogo, já aos 44 minutos, o time da casa diminuiu. Paysandu 3 x 2 Independente, placar final. 

Jogos da 2ª rodada do Campeonato Paraense 2011:

Águia de Marabá 1 x 1 Tuna Luso QUI 27/01 20h30 Estádio Zinho Oliveira

Independente 2 x 3 Paysandu SAB 29/01 16h Estádio Navegantão

Tuna Luso 0x0 Castanhal DOM 30/01 9h30 Estádio Francisco Vasques

Cametá 2x2 Clube do Remo DOM 30/01 16h Estádio Parque do Bacurau

(Gustavo Pêna, DOL)

Remo não consegue passar pelo Cametá: 2 a 2

O Clube do Remo não fez a mesma partida da estreia contra o São Raimundo e empatou com o Cametá pelo placar de 2 a 2. A partida aconteceu no estádio Parque do Bacurau, no complemento da segunda rodada do Campeonato Paraense 2011. Com o resultado, o Leão está na segunda colocação no torneio, atrás do maior rival, Paysandu, que segue com 100% de aproveitamento.

Com o sol forte que fazia em Cametá, quem partiu para cima foi o time da casa. Em arrancada rápida pela esquerda, Adelson chutou forte, para a defesa em dois tempos de Léo Rodrigues que, mais uma vez, conseguiu adiar a estreia de Lopes. Vale lembrar que o arqueiro ex-Botafogo (RJ) sofreu um acidente no treinamento ainda em Belém e nem viajou com o elenco remista.

1º TEMPO:

Como um ‘motorzinho’, o Mapará não dava chances no toque de bola remista. Balão, que poderia ser dispensado do clube interiorano, puxava o ataque cametaense juntamente com o bom meio-campista Robinho. E, após cobrança de escanteio, festa na ‘Terra do Carnaval’. Aos 13 minutos, o zagueiro Tonhão pulou mais que a defesa azulina e fez 1 a 0. Trinta segundos depois, Balão quase faz o segundo.

O interessante era que a zaga do Leão, que funcionou tão bem contra o São Raimundo, ‘batia cabeça’ com o ataque interiorano. Além disso, o meio-campo não funcionava como se esperava. Thiaguinho, responsável por armar as jogadas, passou os primeiros 20 minutos sem fazer diferença. O Remo só chegava com perigo nas faltas e nos chutes de fora da área de Marlon. Em um deles, o goleiro André Luis colocou a bola para escanteio.

Ao contrário do jogo morno no primeiro tempo entre Tuna e Castanhal, na manhã deste domingo (30), Cametá e Remo faziam um embate lá e cá. Correria e jogadas de contra-ataque para ambos os lados. A torcida do Mapará reclamou de um possível lance de pênalti. Contudo, a falta de Paulo Sérgio em Leandro Cearense não existiu e, se tivesse acontecido, foi fora da área.

O outro jogador que dificultava as ações do Leão era o volante Ramon. O atleta errava passes em primazia, o que contribuía para a péssima saída de bola do clube da capital. Contudo, quando menos se esperava, o atleta conseguiu fazer a jogada do gol remista. Fininho viu a entrada de Ramon na área, que só esperou a saída do Remo para marcar: 1 a 1.

2º TEMPO:

No segundo tempo, muita chuva em Cametá. O Mapará voltou mais uma vez na pressão. Só que o Remo, na base da força, vontade e garra, virou o jogo. O zagueiro Tonhão falhou e o meia Fininho, que não teve nada haver com a ‘lambança’, fez o seu primeiro gol com a camisa do Filho da Glória e do Triunfo, aos quatro minutos: 2 a 1.

Partida emocionante é assim mesmo! Três minutos depois de levar a virada, a torcida cametaense comemorou como se fosse carnaval em Cametá. Leandro Cearense sofreu pênalti. Porém, o árbitro deu a vantagem e mandou seguir o lance. De cara com o goleiro Léo Franco, o atacante não titubeou: 2 a 2.

A partir daí, muita velocidade e lances para os dois lados. Apesar do clima chuvoso, os jogadores se entregavam em campo na busca da vitória. Aos 17 minutos, Leandro Cearense quase faz o terceiro do Cametá. Melhor para Léo Franco que, mesmo mostrando um pouco de nervosismo, fez a defesa em dois tempos.

Com o resultado igual, os dois técnicos iniciaram uma série de modificações. Paulo Comelli tirou Ramon para a entrada de Mael, objetivando mais posse de bola no meio-campo. Já a entrada de Max Jarí visava ter uma referência, o tão famoso ‘homem gol’. Por outro lado, Fran Costa sacou o veterano Balão, bastante cansado, para a entrada de Cassiano, novidade no Parazão 2011.

Incrível! O Mapará perdeu chance de desempatar o jogo. Leandro Cearense recebeu, livre, na entrada da área, mas a defesa do Remo conseguiu colocar a bola para escanteio. Pressão cametaense. Parece que os belenenses ‘brincavam’ em campo. Cassiano passou por toda defesa remista e errou o chute.

Max Jarí, nitidamente fora de forma, só veio tocar na bola aos 39 minutos, e isso sem representar perigo para o Cametá. O campo pesado devido a chuva atrapalhou o desempenho do time de Comelli, que tem como principal característica o toque de bola. Nos acréscimos, o Remo até que teve a chance de marcar através de Léo Franco, mas o chute foi fraco. Após a cobrança de escanteio, o empate foi decretado: 2 a 2.
Ficha Técnica:

CAMETÁ X CLUBE DO REMO

Cametá: André Luis; Américo, Tonhão, Gil (Guilherme) e Mocajuba; Wilson, Paulo de Tárcio, Adelson e Robinho; Balão (Cassiano) e Leandro Cearense.

Técnico: Fran Costa.

Clube do Remo: Léo Rodrigues; Elsinho, Paulo Sérgio, Rafael Morisco e Marlon; San, Ramon (Mael), Luis André (Léo Franco) e Thiaguinho; Tiago Marabá e Fininho (Max Jarí).

Técnico: Paulo Comelli.

Local: Estádio Parque do Bacurau (Cametá)

Cartão amarelo: Adelson e Cassiano (CAM); Elsinho (REM)

Jogos da 2ª rodada do Campeonato Paraense 2011:

Águia de Marabá 1 x 1 Tuna Luso QUI 27/01 20h30 Estádio Zinho Oliveira

Independente 2 x 3 Paysandu SAB 29/01 16h Estádio Navegantão

Tuna Luso 0 x 0 Castanhal DOM 30/01 9h30 Estádio Francisco Vasques

Cametá 2 x 2 Clube do Remo DOM 30/01 16h Estádio Parque do Bacurau


(Gustavo Pêna, DOL)

Negociação de Viola com a Tuna não avança

A novela está prestes a terminar e o sonho da diretoria cruzmaltina parece que não vai ser realizado. Agora sim, é quase certo que o tetracampeão mundial Viola não pise aqui pela terra das mangueiras. A Tuna está colocando os prós e contras na balança sobre a contratação do craque e percebeu que ela não seria tão favorável.

“Tivemos problemas na hora de assinar o contrato. Nossas requisições não estão sendo atendidas, por isso é 90% certo que ele não venha”, contou o técnico Flávio Goiano. O treinador também revelou que se afastou das negociações, antes acompanhadas de perto por ele, pois não quer que ela atrapalhe seu trabalho com a Tuna.

Segundo Flávio, o responsável pelo intermédio entre Viola e a Tuna é o gerente comercial Osvaldo Lobato. “Agora é tudo com ele. Isso deve ser concluído amanhã”, afirmou Flávio. Osvaldo foi procurado pela reportagem, mas não atendeu as ligações na tarde de ontem (30).

TORCEDORES

Se ele vem ou não ainda não se pode dizer oficialmente. Mas a probabilidade ser negativa é muito maior. Mas, será que o torcedor tunante queria mesmo o Viola no time? “Ele não vai fazer falta não. Já é muito velho, não vai acrescentar em nada no campo. A única coisa que acho que ele poderia trazer era dinheiro para Tuna”, afirmou Fagundes, torcedor e porteiro da sede da Tuna.

No jogo contra o Castanhal, alguns torcedores conversam entre si e ainda se perguntavam: “e o Viola?”. Mas para o Seu Miranda a resposta já tava na ponta da língua. “Ele não vem não, quem vai pagar o salário dele? O Viola tá mal acostumado, o futebol tem que ser coisa séria”. Já para Roberto Silva, a vinda pode ser até boa por um lado. “É a promoção da Tuna, né? Então, vai ser bom, porque no futebol ele não seria muito superior aos jogadores que já temos aqui”, opinou.

(Diário do Pará)

Pará - Campeões do Torneio Início

26/01/2011

1941 - Tuna Luso Brasileira (Belém) 1963 - Beneficiente Avante Futebol Clube (Salvaterra) 1993 - Atlético Clube Izabelense (Santa Izabel) 2002 - 2011 - Não disputado Número de títulos 1 Beneficiente Avante Izabelense Tuna Luso Fontes: Site da Tuna Luso e futeboldonorte.com Carlos Santos

Contrato de transmissão do Parazão é assinado

O fato é que Remo e Paysandu saíram perdendo
(Foto: Eunice Pinto/ Ag. Pará)

Na tarde de ontem, o governo do Estado assinou três contratos com relevância para o esporte local: o direito de transmissão do Campeonato Paraense 2011, pela Fundação de Telecomunicações do Pará (Funtelpa); Interiorização do futebol, pela Secretaria de Esporte e Lazer (Seel); e exibição de nado sincronizado, também acordado pela Seel. Entretanto, as atenções ficaram mesmo voltadas para o repasse de verbas do novo acordo de transmissão entre Federação Paraense de Futebol (FPF) e Funtelpa.

Entre as novidades, como já adiantado semana passado pelo governador Simão Jatene, foram aplicadas as mesmas regras do decreto de contenção de gastos, reduzindo, dessa forma, o novo contrato em 20%, que passou a ter valor de R$ 2,464 milhões em vez de R$ 2.956,8 milhões. “O Estado está com saldo de 80 milhões negativos e com isso temos que ser coerentes com a nossa realidade”, justificou Ney Messias, Secretário de Comunicação do Estado.

Outra nova notícia é o estímulo aos méritos de cada clube. Agora, os quatro primeiros colocados (semifinalistas e finalistas) de cada fase receberão premiação em dinheiro no valor de R$ 246 mil do total de 492 mil para os dois turnos, dividido hierarquicamente de acordo com a melhor colocação. “Os times que provarem que são bons receberão essa premiação. É bem justo”, afirmou Ney.

Após a distribuição dos valores da premiação, sobrará R$ 1,972 milhão, da qual 30% (R$ 591,6 mil) serão repassados aos cinco times do interior e mais a Tuna Lusa, cada um recebendo R$ 98,6 mil. Clube do Remo e Paysandu dividirão o restante de R$ 1,318 milhão, tendo R$ 690 mil para Leão e Papão.

O contrato agora será somente de um ano, pois a cada renovação serão feitas avaliações do contrato. “Até porque não são todos os times que continuam a cada novo campeonato”, declarou o secretário. Além disso, para esse ano, a placas estáticas nos estádios serão de direitos interinos da FPF. As transmissões pela TV Cultura iniciam sábado, com Paysandu e Independente.

Clubes falam em vitória do “equilíbrio”

O “Grupo dos 6”, como se intitularam os clubes do interior (Águia, Cametá, São Raimundo, Castanhal e Independente Tucuruí) e mais a Tuna, alegavam que o valor repassado a eles pelos direitos de transmissão não era justo e trazia desequilíbrio ao campeonato. Inclusive, na primeira rodada do campeonato, as equipes de Águia, Tuna e Castanhal entram em campo com camisas que conte os seguintes dizeres: “Paraense 2011 – Campeonato do Milhão contra Tostão. Democracia”.

Mas, depois do anúncio de hoje, o discurso mudou. “Na verdade nunca houve um mal entendido. Apenas queríamos essa melhora que é boa para todos. Ainda não era o que desejamos, mas nossa luta teve sucesso”, expôs André Cavalcante, diretor jurídico do São Raimundo Esporte Clube. Para o dirigente, os valores referentes às premiações dos quatro primeiros colocados também foi uma boa medida. “Fatalmente, dois dos seis times estarão entre os quatro”, declarou Cavalcante. “Além disso, temos que respeitar a realidade econômica do Estado”, finalizou.

Para Fabiano Bastos, presidente da Tuna Luso, “agora tem o maior equilíbrio que desejávamos. Estamos satisfeitos com a sensibilidade do governo e cessaremos nossas manifestações”, afirmou Bastos. O presidente disse desejar uma reunião com Remo e Paysandu, caso esses se sentirem lesados. “Briga é só em campo”.

(Diário do Pará)

Destaque para o equilíbrio de Leão e Papão

10/01/2011

Ao final do torneio em Paramaribo, que teve a participação de Remo e Paysandu disputando o tradicional Clássico Rei da Amazônia, o que se viu foi o equilíbrio entre as duas forças do futebol paraense, tanto que o duelo terminou em um empate sem gols, tendo que ser definido nos pênaltis. Todavia, como já era de se esperar nesse início de trabalho, em ambos será preciso fazer alguns ajustes, em especial no ataque.

O Remo até que conseguiu se sobressair perante o Excelsior Rotterdam, da Holanda, aplicando dois gols no tempo normal, saídos dos pés do promissor lateral-esquerdo Marlon e do atacante Thiago Marabá. Mas, frente ao arquirrival, as inúmeras tentativas de Marlon e do lateral-direito Elsinho não foram frutíferas na hora de finalizar.

No Paysandu, o ponto fraco continua a ser a falta de um ‘matador’, visto que Thiago Potiguar ainda é deslocado para a frente, o que não é sua função de origem; sem contar a eterna dependência do veterano Zé Augusto, que sempre é aposta para os momentos decisivos. Apesar de ter sido coberto de elogios pelo técnico Sérgio Cosme, nem sempre a ‘luz’ que acompanha o ‘Terçado’ está disposta a iluminar o caminho bicolor, como ficou claro ontem, no penal perdido por ele.

O festival de cartões amarelos distribuídos no Re-Pa, além da expulsão do técnico do Paysandu e do lateral-direito Sidny, é indicativo que o lado emocional da turma precisa de atenção, ou então os problemas com desfalques por advertência serão motivo para muita dor de cabeça no decorrer das disputas.

Os méritos, por enquanto, vão para a zaga e arqueiros das duas agremiações. O Remo saiu sem levar gols no tempo normal dos dois jogos disputados, enquanto o Paysandu apenas um, na primeira partida. Só ainda não se pode afirmar, se pela improdutividade dos ataques, ou pelo talento dos setores defensivos.

AJUSTES

Uma coisa ficou clara na decisão de ontem: Remo e Paysandu precisam melhorar o seu poder ofensivo, além de cuidar melhor dos nervos.
Festa bicolor tomou conta do estádio no Suriname
Foi só Vaninho converter o último penal para que o Estádio André Kamperveen, em Paramaribo, fosse tomado pela alegria do time do Paysandu. Os gritos de ‘É campeão!’ ecoavam longe, enquanto a delegação bicolor fazia a festa pelo bom início de temporada.

Um dos mais animados era o técnico Sérgio Cosme, que precisou responder inúmeras vezes, antes de embarcar para o Suriname, sobre se acreditava que estaria com o cargo de técnico em risco, caso voltasse com um resultado negativo frente ao Remo. “Eu agradeço ao Paysandu. A minha maior vitória hoje aqui, minha maior conquista, é estar trabalhando em um clube como este.

Algumas pessoas fazem críticas, mas isso faz parte do futebol. Muito obrigado à torcida e aos jogadores, que realizaram esse sonho para todos nós, que é o título internacional. A maior motivação que podemos ter é trabalhar no Paysandu”, empolgava-se.

Entre os jogadores, mais euforia. O atacante Zé Augusto, apesar de ter deixado escapar a mágica que o acompanha de sempre decidir em momentos importantes, era outro que se dizia grato, mas sem esquecer do lance em que perdeu o pênalti.

“A bola bateu nas duas traves, mas é mais um título, agora internacional. Vamos comemorar”, anunciava, enquanto o lateral Hadson, seguia a determinação. “Eu falei que quem joga no Paysandu, joga com raça e determinação”, completava.

(Diário do Pará)

PAYSANDU: Potiguar está confirmado na decisão em Paramaribo

07/01/2011

Quem assistiu ao jogo entre Paysandu e Inter Moengotapoe saiu com uma certeza do Estádio Andre Kamperveen, Thiago Potiguar, o meia que não consegue mais sair do ataque desde a época de Charles Guerreiro no comando técnico, continua um diferencial da equipe bicolor. Mas, ao mesmo tempo em que se destaca no gramado, o atleta sofre com seguidas contusões, o que não raro o deixa como dúvida antes de algum jogo. Dessa vez não foi diferente, e o jogador saiu da partida com dores no joelho esquerdo.

“A dor que eu estou sentindo, vou esperar o médico fazer um tratamento aí para eu dizer alguma coisa. Não sei ainda, mas, se Deus quiser, quero estar em campo para ajudar os meus companheiros. Eu quero estar bem legal e tranquilo para estar dentro de campo como ajudei na primeira partida. Cansei no segundo tempo, o campo pesado, mas vou falar com o médico para saber se vou estar liberado ou não para o próximo jogo”, afirmou.

No entanto, se depender do chefe do Departamento Médico do clube, Gilson Mácola, que está em Paramaribo, acompanhando os jogadores, Potiguar pode respirar tranquilo, pois deve ganhar condições para a decisão de domingo. “O Thiago estará em campo. Apto a jogar a final do torneio pelo Paysandu. Como o campo estava pesado devido às chuvas, o esforço do atleta foi grande. Sabemos que o Potiguar é voluntarioso, veloz, o que traz problemas sérios na sua parte muscular. Estamos tendo todo o cuidado com ele para que esteja à disposição”, atesta.

Em 2010, Potiguar sofreu durante a temporada com problemas na musculatura da coxa, sempre era tido como dúvida, mas acabava escalado e se superando durante as partidas.

Confiança é a receita na preparação

Confiança é o lema que embala os dias de confinamento em Paramaribo. O técnico Sérgio Cosme procura administrar o pouco tempo que teve para preparar o grupo antes do torneio, com palavras de incentivo e recebe em troca a promessa da equipe de que farão o máximo possível para voltarem vitoriosos.

O volante Alexandre Carioca é quem conta a preparação psicológica feita pelo comandante alviceleste. “O técnico está confiante e nos disse que espera que a gente ganhe esse torneio e todos os campeonatos que a gente venha a disputar. Ele pediu que a gente ganhasse títulos, e é isso o que a gente pensa, quando vestimos a camisa do Paysandu, a gente sempre pensa nisso”, afirma.

Segundo Alexandre, os dias no Suriname servem para melhorar o entrosamento entre os jogadores mais antigos, como ele, e os novatos que aportaram recentemente. “Essa equipe é muito forte, a gente está se conhecendo aos poucos. Esse torneio é uma oportunidade para a gente se conhecer mais”, analisa. A confiança é tanta que o volante é categórico quando perguntado sobre o próximo confronto. “A gente espera sempre adversário difícil”, ilustra.

(Diário do Pará)

Remo deve jogar com garra contra Excelsior

No dia 12 de setembro de 2010, o Clube do Remo fez a sua última partida oficial, quando empatou com o Vila Aurora (MT) em 1 a 1, resultado que eliminou o time paraense do Campeonato Brasileiro da Série D. Hoje, quase quatro meses depois, o Leão volta a campo, com um time praticamente todo renovado, para enfrentar o Excelsior Rotterdam, da Holanda, às 20h, pelo Torneio de Paramaribo.

Daquele time que caiu na quarta divisão restaram apenas o lateral-esquerdo Marlon e os volantes San e Ramon, que não jogou contra a equipe do Mato Grosso. Desde aquela partida muita coisa mudou pelo Baenão. Há um mês que o Remo tem um novo técnico no comando, Paulo Comelli, que em pouco tempo já conseguiu a contratação de quinze jogadores, além do aproveitamento de vários garotos das categorias de base.

Mas Comelli comandou poucos treinos, uma vez que o técnico se dividiu em observar os trabalhos dos jogadores e acompanhar partidas de outras equipes para analisar possíveis reforços para o Leão. Ainda não é possível adiantar como o novo Clube do Remo irá se comportar neste primeiro teste de hoje à noite, até mesmo porque o grupo ainda não está 100% entrosado. No entanto, o discurso da comissão técnica e dos próprios jogadores é de que o time pode até não ser brilhante tecnicamente, mas eles garantem que não vão faltar vontade e garra dentro de campo.

Para a primeira partida oficial no comando do time paraense, o técnico Paulo Comelli utiliza o sistema 4-4-2, com o meia Thiaguinho sendo o responsável por fazer as jogadas de criação. O provável camisa 10 remista terá a função de servir o ataque azulino, formado por Bruno Ricardo, que deve jogar como centroavante, ao lado de Thiago Marabá, que é meio-campista de origem e que deve explorar as jogadas de velocidade para tentar vencer a força da zaga do time holandês.

A ordem é “não aliviar”

Ontem, os jogadores do Clube do Remo folgaram pela parte da amanhã, mas realizaram um treinamento coletivo apronto pela parte da tarde, em um gramado sintético. Por prevenção, os remistas também treinaram cobranças de pênaltis. Após os trabalhos a delegação azulina partiu direto para o hotel, onde está hospedada e concentrada para o jogo de hoje contra o Excelsior Rotterdam, da Holanda.

O adversário do Leão ocupa a 16ª colocação na tabela da primeira divisão da Liga Holandesa de Futebol. Uma das características de jogo do Excelsior é a força, uma vez que o time é composto por jogadores com um porte físico forte. E é justamente assim, com força, que o time holandês pretende parar as jogadas do Remo.

Mas não é só o Rotterdam quem tem força. A dupla de zaga remista formada por Paulo Sérgio e Rafael Morisco promete dar trabalho ao adversário. Morisco está tão ansioso que para a sua estreia que durante os treinos ele exagerava nas dividas de bola. “O professor chamava a nossa atenção, ele já percebeu que a galera está com os nervos à flor da pele. E também durante o treino não tem como você dar no meio do seu companheiro. Mas quando a bola rolar valendo aí sim vai ser diferente”, avisa Morisco, que, no entanto promete não ser um jogador violento.

(Diário do Pará)

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