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Diomba congratula-se com o arranque da prova

20/03/2012


A cantora Marlene e as suas bailarinas escolheram o “Kota” da arbitragem José Ferreira Garrincha para figurante de uma coreografia muito sensual e excitante.

O Município de Chibuto e os gazenses, em geral, estão de parabéns com o acolhimento do Festival de Abertura do Moçambola-2012. Depois de um início dos trabalhos com várias atribulações, que provocaram algumas inquietações, o brilho conseguido na cerimónia e o espectáculo solene da sua inauguração deixam-nos dizer que os parabéns também já fazem parte desta festa.

Cheguei a ter medo que a actual situação da pacatez de Chibuto pudesse afectar decisivamente a abertura do Moçambola e as notícias sobre falta de arcaboiço financeiro significativo no seu orçamento ainda mais me preocuparam. Não posso falar pelo que se vai passar de agora em diante, mas, cingindo-me aos factos, são tantos os motivos de orgulho e de parabéns, que me vou limitar a referir os mais óbvios, pedindo desde já que me desculpem pelos que não terei aqui espaço para abordar.

Meio mundo esteve em Chibuto. Praticamente todos os moçambicanos, desde os da esfera política nacional aos da região austral de África.

Tomaz Salomão, Raimundo Diomba, David Simango, Abdul Gafur, Alberto Simango Júnior, para além das mais altas figuras desportivas nacionais, religiosas e diplomáticas ajudaram a projectar o evento.

O espectáculo de abertura foi grandioso sem ser ostensivo, solene sem ser entediante e erudito sem ser pretensioso. A combinação poderosa entre o melhor que o Chibuto cultural tem (makuaela, canto coral e música e, por extensão, o Moçambique musical (Xidimiguana e Marlene) resultaram num evento muito equilibrado, com enorme gosto e um envolvimento dos gazenses, que muito emocionou quem viu.

a cantora Marlene e as suas bailarinas escolheram o “Kota” da arbitragem José Ferreira Garrincha para ser figurante de uma coreografia muito sensual e excitante, o que colocou o público a vibrar e, ainda, acompanhou Marlene no corro.

Nesta senda, o que também se espera do Moçambola-2012 e, agora também, é que em todas as jornadas a música e o futebol estejam de mãos dadas, para que ao longo de todo o campeonato se possa gritar bem alto que no futebol nacional se podem produzir espectáculos e eventos de categoria e de dimensão internacional. Por duas razões: há quem os saiba produzir e há público sedento. Para este último desafio, convém que o povo de cada uma das oito províncias em que o Moçambola vai desfilar até Outubro conte, essencialmente, consigo mesmo.

Para a abertura, esteve muita gente de fora de Chibuto, mas espera-se que nas próximas jornadas do clube o público participe em massa. o Chingale de Tete foi o primeiro adversário e teve uma missão espinhosa, que terminou com um empate (1-1).

Momentos que devem ser repetidos sempre

Nos tempos que correm, há mais necessidade de festa, mas que esta perdure e seja cada vez mais contagiante. Chibuto precisa de mais obras, pois as condições de comodidade naquele recinto desportivo precisam de ser revistas, sob pena de um dia acontecer uma tragédia, pois o público empoleira-se em tudo quanto é possível subir para assistir à equipa com qual se identifica, porque as bancadas são escassas para tanta avidez do Moçambola.



Fonte:O Pais
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